Crenças – O que impede o sucesso do terapeuta holístico?

Crenças – O que impede o sucesso do terapeuta holístico?

Qual o maior motivo de um terapeuta holístico não ter resultados financeiros, escassez de clientes e se frustrar por trabalhar e não ver resultado? Por que muitas vezes você precisa trabalhar noutro emprego ou mesmo depender de alguém para que o trabalho flua…

Se você é terapeuta holístico, trabalha com reiki, regressão, florais, massoterapia ou outra terapia alternativa, saiba que esse texto é para você… O lugar onde você precisa estar para se tornar um terapeuta de sucesso e criar a vida que mais ama. Eu sou Cátia Bazzan, e neste artigo eu vou lhe falar sobre o real motivo de muitas o terapeuta não prosperar financeiramente, como usar um exercício poderoso para se libertar de crenças limitantes e como eu fiz para ganhar dez mil por mês.

Eu vejo muitos terapeutas que querem independência financeira e não a tem… Inclusive esses dias eu estava prestando consultoria a uma profissional e ela me disse que o que mais lhe incomoda é o fato de não prosperar financeiramente. Por vários momentos, o marido precisa ajuda-la pois não ganha o suficiente e mal consegue pagar as contas.

O que é a Crença?

Em filosofia, mais especificamente em epistemologia, crença é uma condição psicológica definida pela sensação de veracidade relativa a uma ideia, a despeito de sua procedência ou possibilidade de verificação objetiva. Logo, pode não ser fidedigna à realidade e representa o elemento subjetivo do conhecimento. Pode também ser entendida como sinônimo de fé e, assim como qualquer manifestação de fé, acompanhada de absoluta abstinência à dúvida, pelo antagonismo inerente à natureza desses fenômenos psicológicos e de lógica conceitual. Ou seja, tendo a fé/crença, é impossível duvidar e crer ao mesmo tempo.

Apesar de linguisticamente consensual, a definição de tal expressão sofreu mudanças substanciais ao longo dos séculos, tendo sido definida ora como convicção dissidente da razão, ora como convicção racionalmente fundada. Platão, iniciador da tradição epistemológica, opôs a crença (ou opinião – “doxa”, em grego) ao conceito de conhecimento como modelo de explanação contrário às premissas relativistas sugeridas pelos sofistas que abordavam as crenças/opiniões e o conhecimento de forma indiscriminada reduzindo a verdade à conjectura de interesse individual.

Na neurolinguística e no coaching aprendemos que geralmente as crenças não tem lógica para os outros. Podemos dizer que são formas de “proteção”. Pois romper com a crença, indica: está na hora de avançar mais! E geralmente nós não queremos sair da zona de conforto. Portanto, elas só fazem sentido para quem acredita. Às vezes um ensinamento passado de pai para filho o qual não questiona, só age porque aprendeu assim, não porque é real e verdadeiro.

Por isso que para mexer com crenças não adianta discursar ou explicar. O cérebro não codifica, fica no intelecto. Portanto, precisamos estimulá-lo com perguntas. “No que se diz respeito a crençaslimitantes a grande dificuldade normalmente reside em se dar conta do problema: a pessoa internaliza suas ‘verdades’ de tal maneira que não consegue perceber que está se autossabotando; sem essa percepção nenhum progresso é possível.” (Marcelo L. Campos, personal coach).

Crenças e Valores: da aonde as nossas crenças vem?

Uma crença limitante ocorre normalmente a partir de uma generalização de alguma experiência dolorosa. Uma criança, por exemplo, resolve correr para brincar; enquanto está correndo tropeça em algo que estava no chão e cai. Essa experiência é interpretada pela mente de alguma forma. A criança pode ser ensinada a analisar cada situação de sua vida como uma experiência única, também pode entender que caiu naquela ocasião porque não viu um objeto que estava no chão; daí ela pode extrair uma regra generalizante: preste atenção no trajeto quando estiver correndo. Ou então, o que é mais comum, ela pode partir diretamente para uma interpretação generalizante: eu corri e me machuquei; correr é perigoso, não é bom correr.

Traumas são bons exemplos de crenças limitantes graves, que produzem sérias limitações na vida da pessoa; fobias como medo de nadar, de falar em público, de subir num elevador, de voar num avião, etc.

Nossos pais, embora normalmente bem intencionados, também desempenham um papel importante no processo de construção de crenças limitantes; primeiro de tudo porque eles nos ensinam suas próprias crenças limitantes; em segundo lugar porque muitas vezes utilizam o medo como recurso didático.

Há uma anedota muito comum no humor judaico que ilustra como isso acontece: o pai incentiva o filho pequeno a subir um degrau da escada e pular; “pode pular, papai te segura”. O garoto pula e é segurado pelo pai. O pai então o convence a subir mais um degrau e pular novamente, com o mesmo argumento. O garoto adquire confiança com a brincadeira e resolve pular de uma altura de vários degraus. O pai então se afasta e ele se esborracha no chão. “Que isso lhe sirva de lição!”, diz o pai ao garoto machucado; “nunca confie em outras pessoas!” E é assim que internalizamos frases do tipo:

“Isso é demais para você, procure algo que esteja ao seu alcance.”

“Quem nasceu para tostão nunca vai chegar a um milhão.”

“Você não vai conseguir.”

O indivíduo vai assimilar tudo isso e reproduzir como se fossem verdades absolutas. Exemplos:

Eu não consigo me organizar;

Eu nunca vou conseguir atingir meus objetivos;

Eu não tenho direito a ter esta conquista;

Eu não sei como posso resolver este problema;

Eu não tenho capacidade de aprender isto;

Eu não consigo, eu não posso, eu não sei.

Como é possível quebrar esse tipo de padrão de comportamento?

Crenças limitantes: exercício poderoso para se libertar das crenças limitantes.

Quando alguém se dá conta do processo de mudança, pode então começar a treinar ou desenvolver um novo padrão de comportamento. Aí entram o tempo e a perseverança. Treinamento comportamental é muito semelhante a preparo físico: exige prática constante e esforço. Músculos e comportamento não se criam do dia para a noite, por exemplo!

Como o cérebro não resiste a uma pergunta, então nós questionamos a pessoa até que ela encontre a resposta que está buscando. Pois tudo que precisamos saber, está dentro de nós.

Na prática, quando precisamos romper com as crenças, fizemos o seguinte:

1- Agora, pense numa situação de vida ou em pensamentos “autodestrutivos” que se repetem e anote.

2- Em seguida, procure perceber qual é a crença limitante que tem por detrás dessa situação. Por que ela se repete? Qual padrão se repete?

3- Depois de identificar, você percebe se ela é útil para você? Quer continuar com esta crença?

4- Caso queira mudar, pense numa nova frase. Recrie esta ideia.

5- Em seguida, faça a técnica da borrachinha que ajuda a mudar uma crença limitante. Primeiro pense na crença, identificando o que lhe incomoda. Coloque uma borrachinha de dinheiro no pulso. Pense na crença, puxe a borrachinha. Depois, mude imediatamente o pensamento e o padrão. Esse exercício é poderoso e funciona. Faça e você vai ver os resultados.

Eu acredito tanto na proposta de tornar pessoas que querem ser terapeutas holísticos em TOP TERAPEUTAS e que a Terapia Holística pode salvar o mundo, que hoje me dedico cem por cento em ajudar esses profissionais a realizarem o sonho de viver de Terapia Holística.

Por isso eu quero te convidar para ver uma AULA ONLINE onde eu falo sobre os 5 PASSOS QUE TERAPEUTAS HOLÍSTICOS ESTÃO USANDO PARA VIVER DE TERAPIA HOLÍSTICA, FAZER O QUE AMAM E ATRAIR UMA ENXURRADA DE CLIENTES! Clique aqui e veja!